o estranho
e ao transpassar as fronteiras
invisíveis
soube-se íntimo
e estranho. Não ousou
o reflexo do rosto contido
nas águas, tampouco quis o sussurro das preces.
Só
queria o sonho perdido
vertido em poucas palavras.
Mas o escopo do sonho é o tempo.
E o menino seguia os ventos
furtivos.
-
Maykson de Sousa.

3 comentários:
la brisa ondula suavemente la superficie del agua...
como delineando palabras con un pincel invisible.
la tela liquida que recoje los trazos
de pronto se llena de manchones, cuando un par de hojas secas acuatizan.
desde arriba o desde abajo,
la interfase se ha llenado de puntos suspensivos...
o tal vez,
de paginas sueltas de un nuevo cuaderno de bitacora.
Estou apaixonada. Vamos fazer uma parceria? Vc poesia e eu desenho?
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